Esses intervalos sem postagens devem tender a aumentarem a uma taxa exponencial elevada, caso eu não faça alguma coisa, como talvez parar de jogar Scaraball (viciante) e usar meu tempo para blogar.
A verdade é que tenho uma vida atribulada. Aquele sábado da minha última postagem já passou, e correu tudo bem. Aprendi a seguir meus instintos e não pensar tanto. Fui espontâneo e feliz, fiz o que eu queria.
Meus maiores problemas são a falta de contato com velhos amigos. Antes de mais nada, quero agradecer à Nicole por ter comentado o último post (‘BRIGADO!!!). Ademais parece que o tempo diminui à medida que minha velocidade aumenta. Isso é notório desde Einstein, querido amigo, mas sinto na pele esse efeito. Suas consequências são as acima: não faço tudo o que quero.
Encontrei algumas bandas novas e alguém com o mesmo, digamos, estili musical. Valeu Fran por me apresentar Weezer, que levou a We Are Scientists e OKGo. Minha vida tem sido bem mais simpática desde então.
Falnado em vida, teci uma rotina, aparentemente monótona que comanda minha vida. Segundas dia de tarde livre, isso significa compras no super e um ocasional filme. Terça é o dia do ócio até as 15h, à noite tem seriados (The Big Bang Theory, Two And Half Men e V). Quarta repete segunda, salvo o filme. Quinta é movimentado com pausa para almoço e aula de mineral. Sexta é a via crucis com ocasionais oportunidades de voltar pra casa da serra.
O meu tempo de filosofia se resume à leitura, atual, do quarto livro da série Percy Jackson, de Rick Riordan (sei que já passei da idade, mas continuo fissurado). Aquém a isso tem-se os momentos no Vale, sobre soja, urânio e bichos. Só eu e alguns poucos entendem as tags.
Tudo segue em frente, não em linha reta, mas com deslocamento diferente de zero.
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