quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sobre Alice

Confesso que acabei de ler um e-mail da Taís (beijo Taís, salve!) e percebi o que realmente falta no meu blog, e isso estava bem em frente a mim: críticas de filme e livros. Yes!!!!!

Eu geralmente critico bem, segundo alguns (esses mesmos me acham parecido com o Woody Allen (salve!) quando uso óculos 3D), mas me deixo influir facilmente por críticas alheias.

Bom, é preciso mudar isso, não?

Foi ver Alice in Underland (legendado) nessa terça, horários ruins e ótima companhia. Eis minhas opiniões. O 3D é facultativo, o filme continua belo mesmo sem esse complemento. Os filmes andam saindo em 3D só pela moda, Alice peca nesse ponto, poderia ter desenvolvido mais a sensação de imersão. Johnny Depp está perfeito, visualmente, como o chapeleiro louco, mas fica apago nesse filme, com direito a muitos clichês que remetem a Jack Sparrow (apesar de ser engraçadíssimo). Alice, interpretada por Mia Wasikowska, se sai excepcionalmente bem no papel. A atuação dela é fantástica. A cena é realmente roubada por Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha. Fabulosa a atuação, cada fala é hilária. Um último ponto é a falta de sotaque da Rainha Branca (Anne Hathaway), o que fica aquém dos outros personagens.

Afinal, meu personagem predileto foi a Lebre, com aquela mania de atirar tudo o que estava a mão (WONDERFUL). Não comparo o filme com a obra de Lewis Carrol, tanto por não ter lido, como por terem objetivos distintos. Mas segundo a Raquel (com quem compartilhei algumas opiniões e outras usei aqui), Burton poderia ter usado mais falas originais do livro. A princípio acho válida a objeção, falamo-nos depois de eu ler o livro.

Conclusão: vá olhar Alice de qualquer jeito, mas não crie expectativas elevadas que o filme não é tudo aquilo que parece. Que da próxima vez o Burton tenha mais liberdade para criar.

Agradeço mais uma vez à Taís (pela inspiração) e à Raquel (pelos comentários e companhia durante o filme), sem falar no pessoal que foi ver o filme: Fran, Rafa, Jade, irmão da Jade (que não lembro o nome), Denise, Ana Juliaaaa e Alexandre

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pontos Principais

Esses intervalos sem postagens devem tender a aumentarem a uma taxa exponencial elevada, caso eu não faça alguma coisa, como talvez parar de jogar Scaraball (viciante) e usar meu tempo para blogar.

A verdade é que tenho uma vida atribulada. Aquele sábado da minha última postagem já passou, e correu tudo bem. Aprendi a seguir meus instintos e não pensar tanto. Fui espontâneo e feliz, fiz o que eu queria.

Meus maiores problemas são a falta de contato com velhos amigos. Antes de mais nada, quero agradecer à Nicole por ter comentado o último post (‘BRIGADO!!!). Ademais parece que o tempo diminui à medida que minha velocidade aumenta. Isso é notório desde Einstein, querido amigo, mas sinto na pele esse efeito. Suas consequências são as acima: não faço tudo o que quero.

Encontrei algumas bandas novas e alguém com o mesmo, digamos, estili musical. Valeu Fran por me apresentar Weezer, que levou a We Are Scientists e OKGo. Minha vida tem sido bem mais simpática desde então.

Falnado em vida, teci uma rotina, aparentemente monótona que comanda minha vida. Segundas dia de tarde livre, isso significa compras no super e um ocasional filme. Terça é o dia do ócio até as 15h, à noite tem seriados (The Big Bang Theory, Two And Half Men e V). Quarta repete segunda, salvo o filme. Quinta é movimentado com pausa para almoço  e aula de mineral. Sexta é a via crucis com ocasionais oportunidades de voltar pra casa da serra.

O meu tempo de filosofia se resume à leitura, atual, do quarto livro da série Percy Jackson, de Rick Riordan (sei que já passei da idade, mas continuo fissurado). Aquém a isso tem-se os momentos no Vale, sobre soja, urânio e bichos. Só eu e alguns poucos entendem as tags.

Tudo segue em frente, não em linha reta, mas com deslocamento diferente de zero.

Saída de Campo

 


Já me sentindo um geólogo!
Posted by Picasa