sábado, 17 de julho de 2010

Agora um pouco mais de tempo

Tenho andado bastante ocupado.

É final de semestre, bolsa, estudar, estudar e ainda ter tempo pra ler e viver. Mas as férias esperadas então chegaram, e logo então, se tornam o divisor de águas de um semestre que mais pareceu um ano inteiro. Novas mudanças no horizonte para esses seis meses que ainda faltam em 2010.

Seis meses… parece pouco, mas o suficiente para se mudar uma vida inteira. E pensar que eu, à seis meses, me encontrava quieto em casa, de férias também lendo como se não houvesse nada melhor e jogando Fazenda Pinguim… E hoje cá estou eu, nas terras de lá, vivendo by myself essa vida de porto-alegrense que escolhi pra mim.

Sabe, nada quero mudar nesses seis meses. Sei que poderia ter sido melhor (sempre há o que melhorar), mas não apago as lembranças que minha preguiça me trouxe de jeito nenhum. Dos vários futuros possíveis este de agora aconteceu, e eu estou muito grato por isso (a quem estiver aí ouvindo).

Seis meses é tempo o suficiente pra se mudar de casa, pra se mudar de escola, pra se mudar de amigos, pra se mudar de vida. E ter uma vida dupla. Sem jogar a antiga fora, arranjando tempo pra cuidar dos velhos amigos e estando sempre à disposição da nova vida, que às vezes quer ter toda a atenção, me fazendo perder o tempo que quero dedicar à outra.

Ademais assim que vou vivendo e mudando. Agora aqui, e com certeza depois lá, onde quer que isso seja. O que importa é estar feliz.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O que se faz no feriado...

Churrasco, violão e amigos!

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Prince of Persia

Semana passada fui assistir a um filmaço, mas não tanto assim, a adaptação do game famosíssimo Prince of Persia and the Sands of Time (recuso-me a falar o nome em português).jake-gyllenhaal-prince-of-persia-movie-poster_a

Tive oportunidade de ver o filme na sua data de estreia, mais por coincidência, já que o filme que queríamos ver (@_fraan e eu) era Clash of Titans, que estava passando em um horário nada convidativo.

Bem, filme em si é um belo filme, a fotografia é impecável. Para leigos, que não conhecem os jogos nem a franquia, é um ótimo filme para se ver num sábado ocioso.

As cenas são muito bem filmadas e os cenários impressionam, mas a edição poderia ser um pouco melhor. Adentrando os pontos mais específicos, que envolvem o conhecimento do jogo uma palavra representa bem minha opinião: quase.

Chegou perto, mas não foi dessa vez que fez-se um filme baseado num game que saísse perfeito. Não sei o que andam fazendo de errado. O ator Jake Gyllenhaal até se parece com o personagem, mas faz o tipo engraçado, o que o príncipe Dastan com certeza não é, pelo menos na maior parte. O personagem poderia ser mais engraçado, mas faltaria algum carisma para isso acontecer, o que Jake Gyllenhaal não tem.

Sobre o enredo não vou comentar, porque não lembro bem da história do jogo, e com certeza não é essa. Ouvi alguns comentários de que a trama é risível, mas não chega a tanto. Apenas valeu a tentativa.

Pessoalmente senti falta de cabeças decepadas, piruetas e manobras mais elaboradas, diferentes das do filme, que eram forçadas, apesar de críveis. A receita de uma boa adaptação de um game continua em aberto. Será que estamos chegando perto? Os filmes de Monopoly e Space Invaders dirão… =]

terça-feira, 25 de maio de 2010

Lost, toalhas e outras coisas

Então começo mais uma semana, meio diferente das outras já que se trata do Sedegeo (Semana de Debates Geológicos), o qual pode ser definido como uma sucessão de palestras, oficinas e minicursos.

A minha existência continua a mesma, ocupando  volume no espaço. Acabei de organizar toda a discografia do Legião, que baixei essa semana (serviço oneroso quando feito manualmente). Ãh, acho que não levo mais jeito para manter isso aqui……mas…

OK. Vamos tratar do que quero no momento. Quero ir no cinema olhar Clash of the Titans. Quero comprar livros no sebo. Quero achar uma bolsa. Quero que o ano acabe. Quero me mudar.

Fácil falar, difícil esperar.

Lost acabou, imagino que estejam todos muitissimamente infelizes com o desfecho. Acho que isso não muda nunca. Independentemente da maneira como elas acabam, nunca agrada a maioria. Eu pelo contrário me emocionei com o final de Lost. Não era o que eu queria. Não era o que eu esperava. Era o que eu precisava. Sutil essa diferença. Sinto-me bem da maneira como terminaram a história. Não os culpo por não resolverem todos os mistérios, porque é assim a nossa vida: temos mais perguntas e respostas, e achamos que responderemos a todas essas perguntas, isso é o que queremos. na verdade, sempre haverão mistérios, sempre. Isso motiva a gente a seguir em frente.

Acho que é isso.

Quero ainda dedicar um espaço a um grande cara, que escreveu uns dos melhores livros do mundo (e não foi só um), Douglas Adams. Hoje é dia da Toalha, uma forma de todas as pessoas como eu de te dizerem obrigado por fazer as nossas vidas terem um pouco menos de sentido.

Feliz dia da Toalha. Por Zarquon!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

No copo de requeijão havia moedas

Isto fala sobre meu final de semana nostálgico e seus desdobramentos (essa semana).

Acho que as foto resumem bem aquilo que passei. Já a memória começa a falhar. Mas nada apaga o passado. Os facta praeterita são notavelmente os tópicos recorrentes no colóquio de velhos amigos, salvo as considerações presentes. O ponto é que gosto de falar do passado com as pessoas que fizeram parte dele – isso é nostalgia. É um ótima sensação para um sábado à tarde debruçando-se ao sol e tomando um chimarrão. As palavras ou fogem da minha cabeça, ou não existem mais para contar os fatos.

Acho que fiquei sem assunto.

Ademais o sono clama pelo seu espaço na minha mente…

Minhas forças de escrita se esvaem…

Resta a última pergunta: Qui prodest?

Talvez eu esteja perdendo o jeito.

Mas moedas havia no copo de requeijão.

domingo, 2 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Findi em NP

 


Chimas em frente ao labirinto.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sobre Alice

Confesso que acabei de ler um e-mail da Taís (beijo Taís, salve!) e percebi o que realmente falta no meu blog, e isso estava bem em frente a mim: críticas de filme e livros. Yes!!!!!

Eu geralmente critico bem, segundo alguns (esses mesmos me acham parecido com o Woody Allen (salve!) quando uso óculos 3D), mas me deixo influir facilmente por críticas alheias.

Bom, é preciso mudar isso, não?

Foi ver Alice in Underland (legendado) nessa terça, horários ruins e ótima companhia. Eis minhas opiniões. O 3D é facultativo, o filme continua belo mesmo sem esse complemento. Os filmes andam saindo em 3D só pela moda, Alice peca nesse ponto, poderia ter desenvolvido mais a sensação de imersão. Johnny Depp está perfeito, visualmente, como o chapeleiro louco, mas fica apago nesse filme, com direito a muitos clichês que remetem a Jack Sparrow (apesar de ser engraçadíssimo). Alice, interpretada por Mia Wasikowska, se sai excepcionalmente bem no papel. A atuação dela é fantástica. A cena é realmente roubada por Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha. Fabulosa a atuação, cada fala é hilária. Um último ponto é a falta de sotaque da Rainha Branca (Anne Hathaway), o que fica aquém dos outros personagens.

Afinal, meu personagem predileto foi a Lebre, com aquela mania de atirar tudo o que estava a mão (WONDERFUL). Não comparo o filme com a obra de Lewis Carrol, tanto por não ter lido, como por terem objetivos distintos. Mas segundo a Raquel (com quem compartilhei algumas opiniões e outras usei aqui), Burton poderia ter usado mais falas originais do livro. A princípio acho válida a objeção, falamo-nos depois de eu ler o livro.

Conclusão: vá olhar Alice de qualquer jeito, mas não crie expectativas elevadas que o filme não é tudo aquilo que parece. Que da próxima vez o Burton tenha mais liberdade para criar.

Agradeço mais uma vez à Taís (pela inspiração) e à Raquel (pelos comentários e companhia durante o filme), sem falar no pessoal que foi ver o filme: Fran, Rafa, Jade, irmão da Jade (que não lembro o nome), Denise, Ana Juliaaaa e Alexandre

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pontos Principais

Esses intervalos sem postagens devem tender a aumentarem a uma taxa exponencial elevada, caso eu não faça alguma coisa, como talvez parar de jogar Scaraball (viciante) e usar meu tempo para blogar.

A verdade é que tenho uma vida atribulada. Aquele sábado da minha última postagem já passou, e correu tudo bem. Aprendi a seguir meus instintos e não pensar tanto. Fui espontâneo e feliz, fiz o que eu queria.

Meus maiores problemas são a falta de contato com velhos amigos. Antes de mais nada, quero agradecer à Nicole por ter comentado o último post (‘BRIGADO!!!). Ademais parece que o tempo diminui à medida que minha velocidade aumenta. Isso é notório desde Einstein, querido amigo, mas sinto na pele esse efeito. Suas consequências são as acima: não faço tudo o que quero.

Encontrei algumas bandas novas e alguém com o mesmo, digamos, estili musical. Valeu Fran por me apresentar Weezer, que levou a We Are Scientists e OKGo. Minha vida tem sido bem mais simpática desde então.

Falnado em vida, teci uma rotina, aparentemente monótona que comanda minha vida. Segundas dia de tarde livre, isso significa compras no super e um ocasional filme. Terça é o dia do ócio até as 15h, à noite tem seriados (The Big Bang Theory, Two And Half Men e V). Quarta repete segunda, salvo o filme. Quinta é movimentado com pausa para almoço  e aula de mineral. Sexta é a via crucis com ocasionais oportunidades de voltar pra casa da serra.

O meu tempo de filosofia se resume à leitura, atual, do quarto livro da série Percy Jackson, de Rick Riordan (sei que já passei da idade, mas continuo fissurado). Aquém a isso tem-se os momentos no Vale, sobre soja, urânio e bichos. Só eu e alguns poucos entendem as tags.

Tudo segue em frente, não em linha reta, mas com deslocamento diferente de zero.

Saída de Campo

 


Já me sentindo um geólogo!
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quarta-feira, 31 de março de 2010

Algumas mudanças no horizonte

Ótimo! Agora morando em POA. Vida nova já a algum tempo. Mas somente agora resolvi postar isso. Confesso que não foi por falta de tempo, tanto que tenho notebook aqui no apê.

A semana está curta, temos Páscoa neste findi, e eu me pergunto, já? A proximidade de festas cristãs no calendário denota a lenta passagem do tempo e permite concluir que o ano de 2010 está chegando à sua metade.

A geologia (mudando de assunto) é fóda! Com certeza é o melhor curso que eu poderia escolher, acertei em cheio na minha escolha. Pois então, não que eu não tenha percebido isso antes, a verdade é que essa semana “caiu a ficha”.

Já nem me lembro do que postei no últomo post, mas prefiro começar tudo de novo, como sempre. Levo uma vida nova agora, extremamente diferente da que eu levava, e isso exige mudanças no meu ser. Acho que estou aprendendo a ser um ser humano independente e completo. Mas isso só o tempo irá dizer.

Estou abalroado de coisas ao meu redor e parece que não tenho vontade alguma de fazer. A preguiça tem sido meu pior inimigo. Por isso vou dar-me um findi de castigo sem muitos vícios que tenho agora e estudando a fu.

Sinto falta de ver quem eu conheço. Os finais de semana tem sido extremamente curtos, e a tendência é piorar. O que mais me deprime é que a divina providência pôs todos os meus eventos numa única data. Haja sabedoria para fazer isso. O resultado é que preciso abrir mão de coisas para ter outras. Períodos conturbados sucedem períodos ociosos.

Afinal a música me acalma, não tenho lido o que eu quero, mas enfim, aprendi a não reclamar das coisas. Uma pena que alguns ao meu redor não conseguiram enxergar que isso tende a deixar tudo mais fácil.

Que venha o que vier que eu enfrento de frente (só não um caminhão).

sábado, 13 de março de 2010

Crônicas de Verão III

Não quero começar dizendo que não tenho postado ultimamente de novo. Mas o fato é que eu estive muito ocupado e sem acesso a pc e net. Começaram as aulas após semanas de espera e férias monótonas. Uma palavra sobre geologia e sobre a facul - foda! Isso mesmo, ensino superior é foda e geo é mais foda ainda. É difícil descrever a sensação da primeira semana, mas é um misto de choque e profunda admiração. Personas novas, sistemáticas novas, rotinas estranhas, horários cansativos; e muito sono. A primeira semana com certeza é a mais difícil de todo o curso, imagino.
Buenas então (já estou falando como porto alegrense), alguns comentários sobre a vida universitária: diferente de tudo o que eu imaginava, mas nem tanto. Não sei direito o que eu esperava, mas não era 25% do que foi. Foi tudo de bom, isso eu garanto, mesmo chegando atrasado na maioria das aulas por não se localizar bem. Os colegas são todos mui fodásticos, e ainda não gravei o nome de ninguém (extrema dificuldade para mim). Demorará algum tempo para conhecer todos, descobrir que o CAEG é minha casa lá e me sentir tranquilo em meio a tanta gente. Até lá, tem a dura etapa de adaptação que se parece com uma abstenção de tudo aquilo que eu conhecia tão bem.
Isto é com certeza parte extrema da formação do caráter do ser humano. Nunca mais seremos os mesmos. Estamos em constante mutação. But the world, it never changes.
Assim encerro mediocremente as crônicas de verão. Espero que eu goste.

Prometo escrever melhor, se puder, nas próximas postagens.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Crônicas de Verão II

Sempre que eu penso em postar algo, um pensamento não me deixa - ou a preguiça - ou a falta de assunto. Hoje a preguiça foi vencida e assunto, isso eu andei acumulando durante a semana.
Bem, essa foi a última semana de férias para todos que ainda não completaram o EM aqui na cidade, então fui visitar os primos Nícolas e Andréia, aproveitando a vinda desta da Alemanha. Como sempre tínhamos muito assunto para pôr em pauta, ainda mais que a Andréia (um Salve pra ela) voltou da Alemanha no sábado e tinha muito o que mostrar e falar.
Fora todas as trivialidades e apostas do tipo "quem consegue ficar mais tempo sem falar palavrão"(terminada em poucos minutos =X) fomos fazer um passeio. Ora estava um dia quente e meu bom tio teve a ideia de irmos tomar banho de rio. E assim acabamos descendo as escadarias do velho moinho do meu bisavô, as quais levam a lugares fantásticos nunca antes vistos. Uma pena que não tinha uma máquina em mãos. Realmente é um lugar fora de série. O rio, as cascatas, a vegetação. O lugar se destaca por ser intocado, quase ninguém vai lá quase nunca. É um pouco difícil de chegar, mas compensa. O fato de poder se olhar para cima e se sentir num "buraco" dentro da vegetação, se sentir ínfimo em relação à natureza, é indescritível. Prometo voltar lá e trazer algumas fotos.
Mas, afinal, a experiência valeu e tivemos um ótimo último dia de férias, para mim não. Minhas aulas começam em março.
Abraços
PS: preciso escrever sem ser molestado com outras atividades que o texto fica tosco assim como esse. =@

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Crônicas de Verão I

Isso não é uma crônica.
Depois de passar tanto tempo sem postar nada, não consegui imaginar num título melhor. Penso (agora)(isso pode mudar) em tratar esse blog como o livro que nunca publicarei: um livro de crônicas. Não sei escrever, confesso, tudo o que sei é aproveitar clichês de livros que leio e fazer poesia (ainda que rara e excêntrica). Pode ser que um dia tudo isso melhore, mas até lá.
Começo falando que sou movido não a café, como muito escritores, e sim a música, à qual escuto neste momento. Não precisa ser nada específico. O simples fato dela transpassar meus tímpanos me alegra. É difícil descrever a sensação que sinto escutado música, mas a palavra que chega mais perto dessa sensação é esperança. Sim, é um sentimento esquisito para se sentir enquanto escuta música, mas é isso mesmo. Sinto como se eu sonhasse outra vez, possuído de uma energia cósmica extremamente revigorante. Tanto que sinto que tudo pode dar ser e penso que tudo o que farei quando acordar no dia seguinte.
Infelizmente ainda não descobri como fazer essa sensção durar. Tão logo a música cessa, esse sentimento se esvai, aos poucos, mas se esvai. Lindo e triste.
Aproveitemos ,então, enquanto há tempo e somos jovens. É sobre isso que reflito agora, aproveitar. A coisa mais fácil de dizer para quem sai para viajar: Aproveita! Mas qual é o significado dessa palavra. O que é aproveitar? Sei que quando eu viajo e recebo essa recomendação, não sei o que fazer, agradeço e fico encucado com essa palavra. O que eu vou fazer par voltar e dizer aproveitei? Creio que aproveitar é servir-se de tudo que um lugar tem para oferecer, seja bom ou ruim. A viajem pode ser um desastre, mas foi aproveitada. É vago, sim. Mas a minha mente tem limites e compreender isso está fora destes.
Só sei que não sei escrever.....
Ah, prometo por alguma poesia, ainda que pouca e estranha....

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Mais um trailer deu uma filme interessante, que eu espero odiar por ter lido o livro, mas espero que olhem, pois a mitologia grega é sempre empolgante.


Férias Praianas

Voltei, depois de uma temporada fora curtindo praias em SC e RS. Acabei emendando tudo: vestibular e férias (longe do pc (uma pena)). Conheci novas pessoas e revi as antigas, especialmente em Capão Novo, onde usualmente eu veraneava na casa de parentes, e para onde agora voltei depois de uma tempo sem dar as caras.
Uma questão sobre reconhecer pessoas que não se vê há uns quatro anos: nunca se espera que elas mudem, mas elas sempre mudam (e como), sempre para a melhor, é claro. Vejo que existem um estereótipo de adolescente hoje em dia e ele está mais difundido que eu imaginava, isto é, adolescentes são todos muito parecidos, menos eu, isso se torna uma dificuldade em certos momentos, é claro. Pois quem mais usa Twitter, Blogger e Facebook ao mesmo tempo que eu conheça, ninguém muito normal (não levem a mal mas poucas pessoas que eu conheço fazem isso, esse índice é perto de o%). Normal nesse contexto se refere a quem é o adolescente atual, que prefiro não descrever, por medo de represálias. Só digo que é diferente de mim: ele não curte tantas coisas diferentes, não é alternativo. Desculpa, mas é estereotipado.
E esse relato da minha temporada litorânea virou uma divagação filosófica sobre a juventude atual, que eu poderia aprofundar mais, mas fica pra um próximo post.
Notícias então, como dito comecei a usar o Facebook, sonho com um IPad (oh) e passei na UFRGS!
Sim minhas metas foram alcançadas e passei na primeira chamada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, minha única opção de vestibulando, um tiro no escuro em uma mosca aleijada. Passei em geologia, e antes que perguntem-se o que diabos estuda e GEOLOGIA, fico prometendo um post sobre isso, se ninguém antes procurar no Google, é claro. Mas lembrem-se: radicais gregos geos (terra) e logos (estudo). Pensem sobre isso.
Para finalizar, relembro da campanha "Não deixai o vós cair em desuso" que amplio hoje e para "Não deixai o vós nem o tu cair em desuso". Português a parte (minha ortografia não é das melhores, me mordo de dúvidas toda vez que posto) eu amo o tu e o vós e admiro quem usa um deles e idolatrarei aquele que usar ambos.
Abraços

PS: esqueci de tirar fotos nas férias, mil desculpas....

sábado, 2 de janeiro de 2010

Stop Motion do Ócio

Parece que tem pessoas por este mundo afora que não NADA melhor pra fazer....

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Pôr do sol perfeito!

 

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Realmente essa foi uma das melhores fotos de toda a viagem que fiz com minha turma de EM para Torres esse ano. Pôr do sol perfeito!

Trailer de Kick Ass

Este eu realmente espero que seja um filme perfeito. Aposto muito nele. Vejam o trailer se não forem fracos nem menores....



Retirado de http://movies.ign.com/

Contatos

Tenham uma breve lista de contatos:

  • Twitter: @andreas_rs
  • MSN: andreasgrings@hotmail.com
  • Orkut: me procurem
  • Skype: Andreas Grings
Tenho preferência pelo Twitter, acho o orkut uma bosta e não uso Skype (ainda).
Salve!

Apresentando

Olá pessoas da internet!
Resolvi então escrever um blog (espero usar o termo correto) depois de muita enrolação comigo mesmo. Não tenho objetivos principais com este blog, apenas que, para marcar minha passagem efêmera por este planeta, gostaria de estar presente na WWW.
Saberão um pouco mais de mim no decorrer das postagens. Fica dito que qualquer material que eu postar (matérias, vídeos, etc) estarão acompanhadas pela devida fonte e pelo(s) devidos(s) autor(es).
Abraços e comecemos 2010 com os dois pés direitos!