domingo, 21 de fevereiro de 2010

Crônicas de Verão II

Sempre que eu penso em postar algo, um pensamento não me deixa - ou a preguiça - ou a falta de assunto. Hoje a preguiça foi vencida e assunto, isso eu andei acumulando durante a semana.
Bem, essa foi a última semana de férias para todos que ainda não completaram o EM aqui na cidade, então fui visitar os primos Nícolas e Andréia, aproveitando a vinda desta da Alemanha. Como sempre tínhamos muito assunto para pôr em pauta, ainda mais que a Andréia (um Salve pra ela) voltou da Alemanha no sábado e tinha muito o que mostrar e falar.
Fora todas as trivialidades e apostas do tipo "quem consegue ficar mais tempo sem falar palavrão"(terminada em poucos minutos =X) fomos fazer um passeio. Ora estava um dia quente e meu bom tio teve a ideia de irmos tomar banho de rio. E assim acabamos descendo as escadarias do velho moinho do meu bisavô, as quais levam a lugares fantásticos nunca antes vistos. Uma pena que não tinha uma máquina em mãos. Realmente é um lugar fora de série. O rio, as cascatas, a vegetação. O lugar se destaca por ser intocado, quase ninguém vai lá quase nunca. É um pouco difícil de chegar, mas compensa. O fato de poder se olhar para cima e se sentir num "buraco" dentro da vegetação, se sentir ínfimo em relação à natureza, é indescritível. Prometo voltar lá e trazer algumas fotos.
Mas, afinal, a experiência valeu e tivemos um ótimo último dia de férias, para mim não. Minhas aulas começam em março.
Abraços
PS: preciso escrever sem ser molestado com outras atividades que o texto fica tosco assim como esse. =@

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Crônicas de Verão I

Isso não é uma crônica.
Depois de passar tanto tempo sem postar nada, não consegui imaginar num título melhor. Penso (agora)(isso pode mudar) em tratar esse blog como o livro que nunca publicarei: um livro de crônicas. Não sei escrever, confesso, tudo o que sei é aproveitar clichês de livros que leio e fazer poesia (ainda que rara e excêntrica). Pode ser que um dia tudo isso melhore, mas até lá.
Começo falando que sou movido não a café, como muito escritores, e sim a música, à qual escuto neste momento. Não precisa ser nada específico. O simples fato dela transpassar meus tímpanos me alegra. É difícil descrever a sensação que sinto escutado música, mas a palavra que chega mais perto dessa sensação é esperança. Sim, é um sentimento esquisito para se sentir enquanto escuta música, mas é isso mesmo. Sinto como se eu sonhasse outra vez, possuído de uma energia cósmica extremamente revigorante. Tanto que sinto que tudo pode dar ser e penso que tudo o que farei quando acordar no dia seguinte.
Infelizmente ainda não descobri como fazer essa sensção durar. Tão logo a música cessa, esse sentimento se esvai, aos poucos, mas se esvai. Lindo e triste.
Aproveitemos ,então, enquanto há tempo e somos jovens. É sobre isso que reflito agora, aproveitar. A coisa mais fácil de dizer para quem sai para viajar: Aproveita! Mas qual é o significado dessa palavra. O que é aproveitar? Sei que quando eu viajo e recebo essa recomendação, não sei o que fazer, agradeço e fico encucado com essa palavra. O que eu vou fazer par voltar e dizer aproveitei? Creio que aproveitar é servir-se de tudo que um lugar tem para oferecer, seja bom ou ruim. A viajem pode ser um desastre, mas foi aproveitada. É vago, sim. Mas a minha mente tem limites e compreender isso está fora destes.
Só sei que não sei escrever.....
Ah, prometo por alguma poesia, ainda que pouca e estranha....

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Mais um trailer deu uma filme interessante, que eu espero odiar por ter lido o livro, mas espero que olhem, pois a mitologia grega é sempre empolgante.


Férias Praianas

Voltei, depois de uma temporada fora curtindo praias em SC e RS. Acabei emendando tudo: vestibular e férias (longe do pc (uma pena)). Conheci novas pessoas e revi as antigas, especialmente em Capão Novo, onde usualmente eu veraneava na casa de parentes, e para onde agora voltei depois de uma tempo sem dar as caras.
Uma questão sobre reconhecer pessoas que não se vê há uns quatro anos: nunca se espera que elas mudem, mas elas sempre mudam (e como), sempre para a melhor, é claro. Vejo que existem um estereótipo de adolescente hoje em dia e ele está mais difundido que eu imaginava, isto é, adolescentes são todos muito parecidos, menos eu, isso se torna uma dificuldade em certos momentos, é claro. Pois quem mais usa Twitter, Blogger e Facebook ao mesmo tempo que eu conheça, ninguém muito normal (não levem a mal mas poucas pessoas que eu conheço fazem isso, esse índice é perto de o%). Normal nesse contexto se refere a quem é o adolescente atual, que prefiro não descrever, por medo de represálias. Só digo que é diferente de mim: ele não curte tantas coisas diferentes, não é alternativo. Desculpa, mas é estereotipado.
E esse relato da minha temporada litorânea virou uma divagação filosófica sobre a juventude atual, que eu poderia aprofundar mais, mas fica pra um próximo post.
Notícias então, como dito comecei a usar o Facebook, sonho com um IPad (oh) e passei na UFRGS!
Sim minhas metas foram alcançadas e passei na primeira chamada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, minha única opção de vestibulando, um tiro no escuro em uma mosca aleijada. Passei em geologia, e antes que perguntem-se o que diabos estuda e GEOLOGIA, fico prometendo um post sobre isso, se ninguém antes procurar no Google, é claro. Mas lembrem-se: radicais gregos geos (terra) e logos (estudo). Pensem sobre isso.
Para finalizar, relembro da campanha "Não deixai o vós cair em desuso" que amplio hoje e para "Não deixai o vós nem o tu cair em desuso". Português a parte (minha ortografia não é das melhores, me mordo de dúvidas toda vez que posto) eu amo o tu e o vós e admiro quem usa um deles e idolatrarei aquele que usar ambos.
Abraços

PS: esqueci de tirar fotos nas férias, mil desculpas....